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Que falta faz a simplificação tributária

01/02/2012

 

“Os investidores estrangeiros estão mais otimistas com o Brasil que os nacionais. Enquanto os primeiros seguem batendo recordes de aplicação no país em todas as modalidades de investimento, os residentes mostram desconfiança.” – É assim que o jornalista Cristiano Romero abre sua coluna no Valor Econômico de hoje.

Romero afirma que o governo se vê no final de um ciclo positivo de reformas microeconômicas, iniciado em 2003. E a etapa final demanda medidas que melhorem o ambiente para os negócios, além de reduzir os custos de produção no Brasil.

Para isso, a presidente Dilma, mesmo ciente dos problemas que empresas e investidores nacionais enfrentam, quer ouvir dos próprios empresários qual é de fato a situação adversa, por exemplo, para a indústria.

O jornalista cita os avanços conquistados ao longo dos anos, mas reconhece que o próximo passo será o mais difícil: o país terá de se defrontar com a necessidade de mexer no sistema tributário de forma mais efetiva. Não bastando experiências feitas pela Receita Federal com o objetivo de simplificar o PIS e o Cofins.

A necessidade de encarar de frente a questão tributária é uma das propostas defendidas pelo MBE desde sua criação. Para o movimento, não adianta uma abordagem localizada, focando apenas dois tributos, por exemplo. O que defendemos é uma mudança efetiva no sistema tributário, aliada a uma melhoria nos gastos públicos, para que o país se torne mais eficiente e seus produtos mais competitivos.

Afinal, a carga tributária elevada e a má gestão dos recursos públicos são os maiores entraves para o crescimento do Brasil. O governo, os políticos e toda a sociedade sabem disso. É preciso, agora, fazer as mudanças necessárias.

A coluna completa pode ser lida no Valor Econômico.

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